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	<title>Movimento Roessler</title>
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	<description>para Defesa Ambiental</description>
	<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 19:54:39 +0000</pubDate>
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		<title>Clima e Estatística</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 19:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Estatística é uma arte curiosa. Pode-se provar qualquer coisa com ela. Depende do que usamos como referência. Este fato, que é uma decisão pessoal e parcial, permite que qualquer um prove o que lhe pareça, a priori a verdade mais acertada. E mesmo que ele creia estar agindo com neutralidade, de fato esta influindo na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estatística é uma arte curiosa. Pode-se provar qualquer coisa com ela. Depende do que usamos como referência. Este fato, que é uma decisão pessoal e parcial, permite que qualquer um prove o que lhe pareça, a priori a verdade mais acertada. E mesmo que ele creia estar agindo com neutralidade, de fato esta influindo na resposta de seu experimento, com esta opção inicial.</p>
<p><a href="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/terra.jpg"><img class="size-medium wp-image-335 alignleft" style="margin: 10px;" title="terra" src="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/terra.jpg" alt="" width="270" height="267" /></a>A temperatura média de um corpo humano é de 37ºC. Se ela baixar uns quatro graus o corpo entra num quadro de hipotermia e as conseqüências variam de sérias seqüelas nas extremidades do corpo até mesmo a morte, dependendo do tempo de duração do quadro.</p>
<p>Se esta mesma oscilação de quatro graus for para cima teremos uma febre que pode até matar o individuo ou, no mínimo, trazer grandes incômodos para a vida do paciente.</p>
<p>Podemos olhar esta variação da temperatura corporal que significa a diferença entre a vida saudável ou a doença e a morte tendo vários pontos de referência. Conforme mudar a referência nossa opinião pode variar deste um desdém até uma alarmismo catastrofista.</p>
<p>Se usarmos o intervalo do zero centígrado até a temperatura corporal como referência concluiremos que a variação é tremenda, pois supera os vinte por cento. Trata-se de um fenômeno que temos que dar muita atenção.</p>
<p>Já se compararmos a mesma oscilação partindo do zero absoluto do universo até a temperatura corporal a variação de oito graus seria de 2,5%. O que nos levaria a concluir que ser um fenômeno de pouca importância estatística para ser considerado como preocupante.</p>
<p>Já se levarmos como referência à oscilação térmica do sistema solar, que varia do zero absoluto até milhares de graus no centro do sol, oito graus é um dado irrelevante.</p>
<p>Mas nos três casos, para o paciente do fenômeno, tanto para mais como para menos, as conseqüências são as mesmas, independente dos tratamentos estatísticos escolhidos pelo observador do sofrimento alheio.</p>
<p>Digo isto porque temos visto a mídia brasileira começar a dar ouvidos aos climatologistas que defende a tese do esfriamento global que estaria vindo. Eles são os mesmos que sustentaram cientificamente a política climática do senhor Bush e que se opõem à idéia do aquecimento global que predomina nos debates mundiais mais recentes.</p>
<p>Estes cientistas se baseiam em registros climáticos das últimas décadas que informam de ciclos de aquecimento e resfriamento do clima para afirmar que estamos por entrar ou até já teríamos entrado, num período de trinta anos de resfriamento nas regiões temperadas e polares. A luz dos dados estatísticos que eles usam sua lógica é defensável.</p>
<p>Já os climatologistas que apontam a tendência ao aquecimento falam de temperaturas altas extremas, ocorridas na última década, nunca antes registradas, além do derretimento de massas de gelo glacial e, principalmente, nos registros de alterações da quantidade de gases de efeito estufa na atmosfera.</p>
<p>Estes últimos são dados obtidos em perfurações no gelo glacial que contém amostras da composição gasosa da atmosférica de centenas de milhares de anos atrás. Estes apontam que os altos níveis destes gases, dos nossos dias, nunca antes foram registrados no passado. Estes incrementos vieram depois da revolução industrial que popularizou o uso de combustíveis fósseis.</p>
<p>Os climatologistas do resfriamento nada dizem quanto ao aquecimento recente. Ele contraria suas projeções de um resfriamento que já vem sendo difundidas, no meio cientifico, desde os anos setenta, diga-se de passagem, e que deveriam ter começado no fim dos anos noventa.</p>
<p>Mas com relação à questão dos gases estufa dizem que na dinâmica do carbono no planeta os fenômenos não humanos movimentam bilhões de toneladas entrando e saindo da atmosfera todos os anos, enquanto as emissões humanas andam na ordem dos milhões de toneladas. Fato este verdadeiro em si.</p>
<p>Por serem dados estatísticos tão insignificantes em relação à movimentação total, defendem que reduzir emissões é bobagem e criticam os leigos, políticos e empresários dizendo que ninguém entende de clima e que tudo não passa de uma guerra econômica e política para manter a divisão de ricos e pobres no planeta.</p>
<p>Tudo isto para defender que podemos continuar usando combustíveis fósseis sem problema. No máximo admitindo a contribuição destes para a poluição das cidades. Poluição que pode ser, segundo eles, controlada por tecnologias que combatam seu efeito. Mas que não há problema de gás carbônico no ar. Chega a afirmar que ele é o “gás da vida” e não o vilão ambiental que os oponentes pinta. Que sem ele não há vida na Terra.</p>
<p>Afirmação que é verdade em si, mas esconde outros fatos que determinam à vida. O gás carbônico é fundamental para que ocorra a fotossíntese nas plantas. Mas seu teor é muito homogêneo em quase todos os cantos do planeta. Na verdade a vida vegetal se diversifica muito em função da variação de outros fatores atmosféricos, como umidade, temperatura, insolação e ventos. Variações que explicam a ocorrência de florestas, estepes, desertos, tundra e outros ambientes por aí afora e não o nível de gás carbônico de cada local.</p>
<p>Ao xingar seus rivais, leigos ou não, de lobistas de outros interesses de uma guerra geopolítica e comercial mostram que também estão nesta guerra do lado da indústria baseada em combustível fóssil.<br />
É claro que há uma guerra geopolítica permanente no mundo. Políticos e empresários tem seus interesses particulares e nem sempre estão preocupados de fato com o meio ambiente.</p>
<p>Mas isto não significa que não devemos nos preocupar, pois o planeta está passando por mudanças climáticas de fato. (Diga-se de passagem, que a única imprensa que fala em aquecimento global é a brasileira. O resto do mundo fala, a anos, de “Clima Changes”. O que pode explicar a confusão e o espaço midiático momentânea para o esfria versus esquenta. Mas isto é outro papo).<br />
Se vai esfriar ou esquentar é o de menos. Como no caso do corpo humano tanto a hipotermia como a febre do planeta podem gerar dor, sofrimento e morte. Do mesmo modo a contribuição humana de emissões de gases estufa pode ser pouca à luz da referência estatística de uma comparação com a dinâmica da biomassa do planeta.</p>
<p>Mas se estatisticamente ela é pouca significativa, na prática ele pode ter o mesmo impacto na saúde do planeta que uns poucos graus têm no corpo humano. Nenhum médico vai justificar com estatísticas à omissão de cuidados médicos a um quadro de febre ou hipotermia. Ele vai é agir e depois discutir o que causou o problema. A gente deveria seguir esta postura também. Mas a prática global tem sido diferente. Primeiro discute depois, talvez, age (isto se o outro começar primeiro).<br />
Está certo que em nome do princípio maior da filosofia da ciência que se move na busca da verdade a partir da comprovação experimental devemos continuar a ouvir os climatologistas do resfriamento. Eles podem estar certos.</p>
<p>Mas devemos ouvir questionando-os sempre. Em primeiro lugar perguntando de onde vem os recursos de suas pesquisas e a que correntes políticas e econômicas se filiam. Em segundo lugar questionando suas bases de dados em relação às bases de dados dos defensores do aquecimento global.<br />
Mas, talvez principalmente, perguntando qual a razão de a vida ter fossilizado lentamente, bilhões de toneladas de carbono, ao longo de milhões anos no passado. Certamente ela tinha um bom motivo para isto em sua estratégia de sobrevivência. Será que podemos ou não reverter esta estratégia queimando todo este carbono fóssil na velocidade em que o fazemos hoje, sem por algo em risco, é uma boa questão para se pensar.</p>
<p>E, na ecologia, como no trânsito, na dúvida é melhor não ultrapassar certos limites se queremos continuar vivendo. Portanto menos emissões, por favor, e mais fixação de gás carbônico também.<br />
Enquanto isto continuem atentos e com o cérebro ligado questionando toda a informação que receberem com liberdade de pensamento. Esta ginástica pode manter ele vivo e nos protegendo das “verdades estatisticamente comprovadas” que nos chegam todos os dias de diferentes pontos de vista ou interesses dos mais diversos.</p>
<p>A história já provou que é da cuca humana que vem às soluções de todos os problemas que o comportamento humano inadequado gerou para o equilíbrio do planeta.</p>
<p>Arno Kayser<br />
Agrônomo, escritor e ecologista.<br />
Dezembro de 2009</p>
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		<title>Desenvolvimento (ecologicamente) sustentável</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 23:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<category><![CDATA[Arno Kayser]]></category>

		<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Arno Leandro Kayser
Desenvolvimento sustentável é um termo muito falado, hoje em dia, sempre como o mais desejável para garantir a proteção da natureza. Mas seria ele um conceito que corresponde aos anseios do Movimento Ecológico?

Analisando este conceito vemos que ele surge como uma diferenciação do conceito de desenvolvimento.
O ultimo um conceito da modernidade que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Arno Leandro Kayser</em></p>
<p>Desenvolvimento sustentável é um termo muito falado, hoje em dia, sempre como o mais desejável para garantir a proteção da natureza. Mas seria ele um conceito que corresponde aos anseios do Movimento Ecológico?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-315   aligncenter" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="sustentavel" src="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/sustentavel.jpg" alt="" width="257" height="300" /></p>
<p>Analisando este conceito vemos que ele surge como uma diferenciação do conceito de desenvolvimento.</p>
<p>O ultimo um conceito da modernidade que procura descrever a ocupação de territórios de modo a incorporá-los no processo produtivo econômico e criar ambientes para uma vida humana moderna.</p>
<p>Conceito influenciado por um contexto positivista que pregava o desenvolvimento como altamente desejável, pois significava que a região e seus moradores haviam atingido um padrão de renda e uma vida de conforto e tranqüilidade. Nesta mesma visão o destino final de todas as nações. Tanto que o mundo foi dividido em países e territórios desenvolvidos, em desenvolvimento e subdesenvolvidos.</p>
<p>Nos anos sessenta, esta visão otimista, começou a ser questionada. Paralelo à geração de riqueza e as zonas de ótimas condições de vida, foram surgindo também grandes focos de concentração de miséria e espaços degradados pelos processos produtivos e os resíduos da civilização.</p>
<p>Os crescentes problemas ambientais e o crescimento da população miserável puseram em cheque o conceito de desenvolvimento.</p>
<p>É neste momento, ainda no âmbito das ciências econômicas, que surge a idéia do desenvolvimento sustentável. Um conceito que pregava a noção de um modo de vida e produção que garantisse as necessidades das atuais gerações sem comprometer as necessidades das gerações futuras.</p>
<p>A primeira vista um conceito muito claro, mas que dá abertura a muitas interpretações.</p>
<p>Do ponto de vista de uma grande corporação desenvolvimento sustentável é àquele que garante a produção atual sem comprometer a produção futura da empresa. Caso a empresa trabalhe com papel e produza celulose hoje sem comprometer a capacidade futura de produção da empresa então é desenvolvimento sustentável. Se a equação não considera o bioma deslocado pelas árvores plantadas, populações retiradas de seus territórios tradicionais ou mesmo uma empresa concorrente, mesmo assim, do ponto de vista desta suposta corporação será visto como desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Do ponto de vista de uma nação pode se fazer uma interpretação parecida. Se meu país vai bem, no presente e nosso modo de vida atual não atrapalha as perspectivas de vida das futuras gerações desta pátria então o é desenvolvimento sustentável. Mesmo que ipossa significar problemas ambientais e econômicos em outras nações.</p>
<p>Pode se ver que desenvolvimento sustentável é um conceito antropocêntrico, calcado na idéia de que qualidade de vida é uma decorrência direta de altas produções econômicas. No fundo uma variante pouco consistente do velho conceito de desenvolvimento para aplacar consciências quando as suas responsabilidades como geradores de miséria e degradação ambiental pelo mundo afora.</p>
<p>A questão, do ponto de vista ecologista, é que o conceito de desenvolvimento sustentável vem sendo justamente interpretado, principalmente sob uma ótica econômica relacionada à perpetuação dos atuais processos produtivos sabidamente concentradores de riqueza e degradadores da natureza. Mais tenuemente ele é aceito na perspectiva da reprodução no tempo de certas organizações sociais economicamente privilegiadas. Pouco mais que uma simples cosmética retórica para ocultar a cara feia da nossa situação atual.</p>
<p>Ainda estão fora desta visão a grande maioria da população humana e todas as demais formas de vida do planeta que não são úteis aos processos produtivos atuais.</p>
<p>Por isto é que no seio do Movimento Ecológico falamos em desenvolvimento ecologicamente sustentável.</p>
<p>Um conceito que visa à construção de vários modelos de vida interdependentes e complementares entre si que resultem em processos produtivos que visem, em primeiro lugar, a perpetuação de todas as formas de vida do planeta dentro de um patamar de plena existência para as atuais gerações sem comprometer as mesmas possibilidades para as futuras gerações.</p>
<p>A primeira vista não parece muito diferente do anterior, mas o conceito de desenvolvimento ecologicamente sustentável pede um olhar diferente para todo o planeta. Ele deixa claro não ser toleráveis todos os problemas sociais e ambientais atuais. Ao contrário aponta que eles são uma prova cabal de que as boas intenções dos que pregam o desenvolvimento sustentável ainda não compreenderam o verdadeiro dilema contemporâneo e não estão, de fato, dispostos a criar um novo paradigma que considere todos os aspectos da existência da vida na Terra e faça frente às ameaças criadas pelo paradigma da modernidade a sua continuidade no tempo.</p>
<p>Ainda temos muito por fazer para construirmos uma sustentabilidade dentro desta perspectiva para as atuais e futuras gerações. Ainda precisamos desenvolver uma ética que enxergue a totalidade do planeta e todas as suas manifestações vitais. Uma ética que questione se precisamos mesmo de mais atividade econômica ao invés de concentrar nossos esforços em distribuir melhor a riqueza já gerada e reprogramar às bases como ela é produzida.</p>
<p>Em relação ao passado já evoluímos, na medida em que se reconhece que não basta só o desenvolvimento para trazer o equilíbrio às sociedades humanas e garantir a reprodução das demais formas de vida. Mas não podemos nos acomodar no conceito de desenvolvimento sustentável porque ele ainda esta contaminado da lógica desenvolvimentista do passado para o qual ele é um tênue contraponto.</p>
<p>O modo de produção da natureza sempre trabalhou em outras bases. Sempre primou pelo emprego ao máximo da diversidade, eficiência e complementariedade. Uma formula que mesmo perdendo algumas espécies pelo caminho tem sabido manter a vida na Terra. Processo já imitado, com muito sucesso, por várias formas de organização social humana no passado e no presente.</p>
<p>Quem sabe dedicar mais tempo a estes modelos possa nos inspirar e motivar para a construção de um conceito diferente de levar a nossa vida neste mundo tão bonito e rico de possibiidades.</p>
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		<title>Fórum Social Mundial no RS em 2010</title>
		<link>http://roessler.org.br/2009/forum-social-mundial-no-rs-em-2010/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 15:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros amigos,
Em janeiro de 2010 ocorre o Fórum Social Mundial no RS. Os eixos temáticos do evento serão desenvolvidos em várias cidades da região metropolitana. Novo Hamburgo será a sede do eixo temático de desenvolvimento sustentável.
O Movimento Roessler foi desafiado a iniciar um processo de discussão da participação dos ecologistas gaúchos neste momento.
Pensamos que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos,</p>
<p>Em janeiro de 2010 ocorre o Fórum Social Mundial no RS. Os eixos temáticos do evento serão desenvolvidos em várias cidades da região metropolitana. Novo Hamburgo será a sede do eixo temático de desenvolvimento sustentável.</p>
<p>O Movimento Roessler foi desafiado a iniciar um processo de discussão da participação dos ecologistas gaúchos neste momento.</p>
<p>Pensamos que é necessário fazer uma reunião para se avaliar como fazer tudo isto, consciente de que há uma dimensão local e outra de nível estadual a ser avaliada.</p>
<p>Para tanto estamos convidando para uma reunião na nossa sede, rua Santos Pedroso 470 sala 02, aqui em Novo Hamburgo, para iniciarmos a conversa no nível local. A data seria dia 28/09/2009 às 20 horas.</p>
<p>Ocasião em que temos expectativa de contar com a presença de uma representante da organização local do eixo para iniciarmos uma conversa.</p>
<p>Ao mesmo tempo estamos socializando esta provocação para a rede da Apedema – RS para que seja avaliado do interesse do MEG em dar andamento a este assunto de forma coletiva entre as entidades interessadas. Caso seja possível a vinda de colegas de outras entidades seria ótimo.</p>
<p>Arno Kayser<br />
Pelo Movimento Roessler</p>
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		<title>Sacolas Plásticas - O fim estará próximo?</title>
		<link>http://roessler.org.br/2009/sacolas-plasticas/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 15:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi notícia na edição passada do Jornal do Roessler: vencemos e convencemos - o projeto de sacolas ecológicas da entidade tinha alcançado os seus objetivos. As sacolas de pano, feitas de fibras naturais vegetais, começavam a substituir as sacolas plásticas. Mais de duas mil unidades estavam nas ruas em pouco mais de um ano.

O trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi notícia na edição passada do Jornal do Roessler: vencemos e convencemos - o projeto de sacolas ecológicas da entidade tinha alcançado os seus objetivos. As sacolas de pano, feitas de fibras naturais vegetais, começavam a substituir as sacolas plásticas. Mais de duas mil unidades estavam nas ruas em pouco mais de um ano.</p>
<p><a href="http://Nenhuma"><img class="alignnone size-full wp-image-267" title="foto_lixo" src="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/foto_lixo.jpg" alt="" width="450" height="304" /></a></p>
<p>O trabalho do Movimento Roessler é semelhante ao de uma simples formiguinha. A sua ação pode parecer pequena, mas é com atos singelos que se inicia uma mudança cultural. Não seria diferente ao propor o fim das sacolas plásticas.</p>
<p>No mês de maio, a rede de supermercados Wal-Mart anunciou a chegada ao Rio Grande do Sul do projeto “Cliente Consciente Merece Desconto”, iniciativa que consiste em conceder desconto nas compras dos clientes que não utilizarem sacolas plásticas. Pela proposta, as lojas BIG e Nacional repassam, já no caixa, o custo das sacolas plásticas que o consumidor deixar de usar - são R$ 0,03 por sacola. A cada cinco produtos, o consumidor recebe o valor de uma sacola.</p>
<p>Em apenas um mês da iniciativa no Estado, a rede Wal-Mart anunciou que reduziu em 600 mil o número de sacolas plásticas solicitadas pelos clientes para embalar suas compras. A redução significou R$ 18 mil reais em descontos no caixa. Em toda a região Sul, no mesmo período, a diminuição chegou a 1 milhão de sacolas plásticas. A meta do Wal-Mart Brasil é reduzir pela metade o uso de sacolas plásticas até 2013.</p>
<p><strong>Oxibiodegradáveis</strong></p>
<p>Em Brasília, a discussão voltou a ser sobre a adoção de sacolas produzidas com plásticos oxibiodegradáveis. Audiência pública realizada no início de julho, pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, considerou desnecessária a proposta de substituição das sacolas plásticas pelas oxibiodegradáveis.</p>
<p>A iniciativa consta no projeto de lei 612/07, de autoria do deputado cearense Flávio Bezerra. A promessa é de que esse tipo de sacola poderia degradar-se naturalmente, primeiro pela oxidação gerada por luz e calor, e depois pela ação dos micro-organismos. Seus resíduos finais também não seriam ecotóxicos.</p>
<p>No entanto, as vantagens ecológicas são questionáveis. A Confederação Nacional da Indústria se manifestou contrariamente à proposta por ela impor uma tecnologia inadequada e vetar as demais alternativas tecnológicas.</p>
<p>Os supermercados já anunciaram que esperam do Ministério do Meio Ambiente uma posição quanto ao uso das sacolas plásticas: manter, reduzir a distribuição, cobrar por ela ou banir totalmente o seu uso.</p>
<p>Presente na audiência, o diretor de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Silvano Silvério da Costa, declarou que os bioplásticos, plástico verde e sacolas de papel teriam suas desvantagens, sendo preferível o uso de sacolas de pano retornáveis (aquelas da campanha do Roessler).</p>
<p>O entendimento do diretor do Ministério do Meio Ambiente parece o mais correto. Antes de arriscar com tecnologias duvidosas, mais vale apostar nas sacolas de pano. O Roessler fez sua parte ao iniciar esse processo em Novo Hamburgo e provou que ideias simples para cuidar do planeta merecem a atenção de todos. Que a sociedade tenha coragem de participar dessa mudança.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Projeto irá catalogar árvores</title>
		<link>http://roessler.org.br/2009/projeto-ira-catalogar-arvores/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 15:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo Hamburgo é uma cidade bem arborizada. Isso é resultado de luta de vários grupos ambientalistas da cidade, como o Movimento Roessler para Defesa Ambiental e também é fruto da atuação do serviço público em Novo Hamburgo.

A arborização faz parte do conforto da vida dos habitantes dessa cidade. As árvores contribuem para isso com limpeza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo Hamburgo é uma cidade bem arborizada. Isso é resultado de luta de vários grupos ambientalistas da cidade, como o Movimento Roessler para Defesa Ambiental e também é fruto da atuação do serviço público em Novo Hamburgo.</p>
<p><a href="http://Nenhuma"><img class="alignnone size-full wp-image-264" title="foto_arvore" src="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/foto_arvore.jpg" alt="" width="450" height="333" /></a></p>
<p>A arborização faz parte do conforto da vida dos habitantes dessa cidade. As árvores contribuem para isso com limpeza do ar, regulação da umidade do ar, do solo e temperatura, com a ornamentação paisagística da cidade, além de darem muita sombra para pessoas, carros e edificações. Também as árvores fazem parte da história e são referências culturais das pessoas da cidade.</p>
<p>Até agora, faltam informações sistematizadas sobre a quantidade de árvores, sua localização, seu estado fito sanitário e também outras informações que permitam um planejamento e manejo, visando uma arborização bem conduzida.</p>
<p>O Movimento Roessler entregou uma proposta de levantamento das árvores de Novo Hamburgo para o Conselho Municipal de Proteção Ambiental (Compam), tendo como objetivo buscar recursos do Fundo Municipal do Meio Ambiente (Fundema) para viabilizar a iniciativa. Em reunião no dia 14 de julho, a proposta foi aprovada pelo Compam, depois de já ter recebido o aval positivo da Câmara Técnica do órgão.</p>
<p>O projeto irá levantar, em determinadas áreas, todas as árvores, a situação dessas, o estado fito sanitário, além de outros dados. Juntamente desse levantamento, serão realizadas entrevistas com os moradores que habitam as áreas da pesquisa.</p>
<p>A iniciativa deverá ser executada conjuntamente com estagiários da área botânica. O projeto deverá beneficiar o meio ambiente da cidade com a melhoria da arborização, já que haverá um planejamento mais adequado do seu manejo.</p>
<p>A proposta também oportunizará o levantamento de informações que subsidiem ações nas áreas culturais, sociais e educacionais, todas elas em prol do envolvimento da população com a arborização da cidade, que é um fator fundamental de qualidade de vida de todos.</p>
<p>Por Markus Wilimzig</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Esgoto e Mortalidade infantil</title>
		<link>http://roessler.org.br/2009/esgoto-e-mortalidade-infantil/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 15:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Até quando o esgoto irá matar? 
Números divulgados pela Secretaria de Saúde de Novo Hamburgo, em maio, revelaram um dado assustador: os índices da mortalidade infantil no município estão acima da média estadual. São 16,4 crianças mortas a cada mil nascimentos. No Estado, a média é de 12,8 crianças mortes.


E o que o meio ambiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Até quando o esgoto irá matar? </strong></p>
<p>Números divulgados pela Secretaria de Saúde de Novo Hamburgo, em maio, revelaram um dado assustador: os índices da mortalidade infantil no município estão acima da média estadual. São 16,4 crianças mortas a cada mil nascimentos. No Estado, a média é de 12,8 crianças mortes.</p>
<p><a href="http://Nenhuma"><img class="alignnone size-full wp-image-257" title="foto_esgoto" src="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/foto_esgoto.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a></p>
<p><a href="http://Nenhuma"></a></p>
<p><strong>E o que o meio ambiente tem a ver com isso?</strong></p>
<p>Aos olhos da Prefeitura Municipal, parece que a resposta é “pouco, muito pouco”.</p>
<p>O Executivo lançou o Pacto com Novo Hamburgo para Redução da Mortalidade Infantil, com ações interessantes sob o aspecto da saúde, mas esqueceu de uma das principais causas do índice que envergonhou até o prefeito Tarcísio Zimmermann: a falta de saneamento básico e tratamento de esgoto.</p>
<p>Estima-se que 80% das doenças humanas são relacionadas à água não-tratada, ao saneamento precário e à falta de higiene básica. Doenças transmitidas dessa forma provocam pelo menos 25 milhões de mortes a cada ano em países sub-desenvolvidos, gerando custos altíssimos para a vida humana.</p>
<p>O que Novo Hamburgo precisa entender é que há uma forte ligação entre a falta de acesso à água limpa e o esgoto sem tratamento com os altos índices de mortalidade infantil.</p>
<p>O Roessler parabeniza o Executivo Municipal pelas ações do pacto recém-lançado, mas lamenta que as medidas sejam emergenciais, sem atacar as causas. Ignorar a necessidade de implantar o tratamento de esgoto em toda a cidade é ser conivente com a morte dessas crianças.</p>
<p>Desejamos sorte aos nossos governantes no enfrentamento desse grave problema, torcemos pela reversão dos índices lamentáveis divulgados e nos colocamos como parceiros na discussão por soluções em saneamento.</p>
<p>É enfrentando as causas que se minimiza as conseqüências.</p>
<p><strong>É preciso mais saneamento</strong></p>
<p>Dados divulgados em maio revelaram que Novo Hamburgo registrou índice de mortalidade infantil superior à média estadual. O índice de 16,4 mortes a cada mil nascimentos inclui crianças nascidas vivas e que morreram antes de completar o primeiro ano de vida.</p>
<p><a href="http://Nenhuma"></a></p>
<p>O lançamento do Pacto com Novo Hamburgo para Redução da Mortalidade Infantil foi a resposta da Prefeitura frente ao quadro, propondo ações como o oferecimento de atenção integral às gestantes e às crianças de zero a um ano de idade, que correm algum tipo de risco de mortalidade. A iniciativa integra o atendimento prioritário nas Unidades Básicas de Saúde.</p>
<p><a href="http://Nenhuma"><img class="alignnone size-full wp-image-258" title="foto_esgoto2" src="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/foto_esgoto2.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a></p>
<p>O programa não prevê nenhum tipo de investimento para aquele que é considerado como uma das principais causas do agravo à saúde infantil: o saneamento básico. Águas e esgotos não tratados expõem as populações a inúmeras doenças, como infecções intestinais, cólera, leptospirose e verminoses. As crianças, obviamente, são mais vulneráveis.</p>
<p>Segundo relatório da UNICEF, países com altíssimas taxas de mortalidade infantil têm reduzida disponibilidade de águas tratadas. Atualmente, segundo o órgão, 2,5 bilhões de pessoas não desfrutam deste recurso.</p>
<p>Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Saneamento Básico tinha o propósito de reduzir a mortalidade infantil no país. “A gente vai poder ver no Brasil as crianças brincando na rua sem ter esgoto a céu aberto, a gente vai poder ver as pessoas abrindo uma torneira e tirando água potável para beber, para lavar roupa, para tomar banho”, disse, na oportunidade.</p>
<p>“O grande problema do Brasil era que o Brasil tem uma cultura pequena de investimento em saneamento básico”, completou Lula. O que o presidente percebeu sem dificuldades, contrasta com a política historicamente adotada em Novo Hamburgo.</p>
<p>Por tudo isso, vale lembrar um alerta que o Movimento Roessler fez em edições anteriores do seu jornal: se não começarmos agora a tratar nosso esgoto doméstico, nossos filhos e netos não terão mais água para beber.</p>
<p>O município deve atacar a mortalidade infantil a partir de suas causas e é inegável que a falta de saneamento e tratamento de esgoto é uma delas. Em poucos anos, o número dos habitantes da região vai duplicar e não vamos ter água suficiente para abastecer tantas pessoas. Mais e mais pessoas irão lançar o seu esgoto diretamente no rio sem o mínimo tratamento.</p>
<p>A mudança pode começar por uma exigência nos projetos de instalação de novos loteamentos e condomínios na cidade: a opção pelo tratamento de esgoto com um sistema melhor do que fossa e filtro, que tem tecnologia mínima e custo semelhante a alternativas de melhor resultado.</p>
<p>Para efeitos duradouros e eficazes, a mudança de postura tem que começar de uma vez. As futuras gerações têm o direto de ter água boa para beber, ficando livre de doenças e dessa ameaça ainda mais grave: a morte.</p>
<p>É hora de agir.</p>
<p><strong>Verdades ignoradas:</strong></p>
<p>- 65% das internações hospitalares de crianças menores de 10 anos estão associadas à falta de saneamento básico;</p>
<p>- a falta de saneamento básico é a principal responsável pela morte por diarréia de menores de 5 anos no Brasil;</p>
<p>- em 1998, morreram 29 pessoas por dia no Brasil de doenças decorrentes de falta de água encanada, esgoto e coleta de lixo, segundo cálculos da FUNASA;</p>
<p>- os índices de mortalidade infantil em geral caem 21% quando são feitos investimentos em saneamento básico;</p>
<p>- as doenças decorrentes da falta de saneamento básico mataram, em 1998, mais gente do que a AIDS;</p>
<p>- a utilização do soro caseiro, uma das principais armas para evitar a diarréia, só faz o efeito desejado se a água utilizada no preparo for limpa;</p>
<p>- 15 crianças de 0 a 4 anos de idade morrem por dia no Brasil em decorrência da falta de saneamento básico, principalmente de esgoto sanitário;</p>
<p>- isto significa que uma criança de 0 a 4 anos morre a cada 96 minutos em nosso país por falta de saneamento.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.esgotoevida.org.br">www.esgotoevida.org.br</a></p>
<p>Crédito da foto esgoto: Gilberto Winter</p>
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		<title>Clima e Homem colaboram para a seca no RS</title>
		<link>http://roessler.org.br/2009/clima-e-homem-colaboram-para-a-seca-no-rs/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 18:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja interessante artigo sobre a seca no RS aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Veja interessante artigo sobre a seca no RS <a href="http://www.apcefrs.com.br/jb/2009/maio/06.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>O que muda com o metrô</title>
		<link>http://roessler.org.br/2009/o-que-muda-com-o-metro/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 15:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao mesmo tempo em que anima a comunidade, a chegada do metrô também desperta dúvidas sob o aspecto ambiental. Afinal, uma obra desta magnitude inevitavelmente trará impactos ao meio ambiente. Para responder às principais indagações, o jornal do Movimento Roessler conversou com o engenheiro Lino Sergio do Lago Fantuzzi, da Trensurb. Ele revelou, entre outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao mesmo tempo em que anima a comunidade, a chegada do metrô também desperta dúvidas sob o aspecto ambiental. Afinal, uma obra desta magnitude inevitavelmente trará impactos ao meio ambiente. Para responder às principais indagações, o jornal do Movimento Roessler conversou com o engenheiro Lino Sergio do Lago Fantuzzi, da Trensurb. Ele revelou, entre outros aspectos, que o metrô ingressará na avenida Nações Unidas pelo lado esquerdo, sentido bairro-centro. Ou seja, as árvores do lado oposto à Fenac não serão afetadas. Também informou que o arroio Luiz Rau só será coberto onde forem erguidas as estações Fenac e Novo Hamburgo, em frente ao shopping.</p>
<p><strong>Em Novo Hamburgo, o metrô deve passar em um trecho sobre o arroio Luiz Rau, onde há muitas árvores. Qual será a compensação ambiental aplicada pela Trensurb?</strong></p>
<p>A Licença de Instalação do empreendimento (LI nº 992/2008-DL) autoriza em sua condicionante nº 15 a supressão de vegetação nativa em área urbana dos municípios de São Leopoldo e Novo Hamburgo de um volume de 200,81 metros cúbicos de toras e 26,93 mst de lenha. Neste volume, está contabilizada a vegetação a ser suprimida ao longo das avenidas Mauá em São Leopoldo, Primeiro de Março e Nações Unidas em Novo Hamburgo.</p>
<p>Será executado o Projeto de Reposição Florestal Obrigatória, aprovado pela FEPAM, segundo Licença de Instalação (LI nº 992/2008-DL). A quantificação das mudas para reposição segue o cálculo estabelecido pelo Decreto Estadual n° 38.355/98 e se dará em área a ser definida pelo município de Novo Hamburgo.</p>
<p>As espécies indicadas para o plantio são apresentadas no âmbito do Projeto de Reposição Florestal Obrigatória aprovado pela FEPAM, definidas a partir da lista de espécies registradas durante a execução do EIA/RIMA e dos seguintes critérios:</p>
<p>- Plantar espécies nativas com ocorrência na região;</p>
<p>- Plantar o maior número possível de espécies para gerar alta diversidade;</p>
<p>- Utilizar combinações de espécies pioneiras e secundárias iniciais de rápido crescimento junto com espécies não pioneiras (secundárias tardias e climáticas);</p>
<p>- Plantar espécies atrativas à fauna;</p>
<p>- Respeitar a tolerância das espécies à umidade do solo, isto é, plantar espécies adaptadas a cada condição de umidade do solo.</p>
<p><strong>Quanto ao arroio Luiz Rau, qual será a construção adotada? O arroio será coberto ou permanecerá aberto mesmo sob o traçado do metrô?</strong></p>
<p>O elevado da metrovia será implantado na margem esquerda no arroio Luiz Rau, ocasionando o sombreamento do mesmo e cobertura e alargamento nas estações FENAC e Novo Hamburgo. Os projetos executivos das estações estão em fase de elaboração/ conclusão e atenderão à condicionante nº 26 da LI nº 992/2008-DL, a qual estabelece a necessidade de comprovação que as alterações na canalização do arroio Luiz Rau não provocarão alterações hidrodinâmicas à montante e à jusante das mesmas, de modo a promover danos ambientais, principalmente inundações.</p>
<p><strong>O metrô também passará sobre o Rio dos Sinos. Isto significa que a obra afetará nosso rio de alguma forma?</strong></p>
<p>Durante a implantação da metrovia, será executado o Programa de Monitoramento da Qualidade da Água e Sedimentos. No âmbito deste programa, são realizadas coletas de amostras de água e sedimentos a montante e a jusante do local de passagem da metrovia no Rio dos Sinos, de modo a monitorar a qualidade da água e dos sedimentos durante a interceptação das obras com o curso d’água. O monitoramento é realizado antes, durante e após a execução das obras.</p>
<p>Há a necessidade de supressão de vegetação na mata ciliar dos Sinos para a execução das obras. Esta área será revegetada ao final das obras, no âmbito do Programa de Reposição Florestal Obrigatória e Programa de Paisagismo e Recuperação de Áreas Degradadas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/trensurb.jpg"><img class="size-full wp-image-246 aligncenter" title="trensurb" src="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/trensurb.jpg" alt="" width="300" height="594" /></a><a href="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/trensurb.jpg"></a></p>
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		<title>Roessler - versão 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 15:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira o que o Movimento Roessler prepara para este ano, na visão do presidente reeleito, Markus Wilimzig:
PROJETOS
Em primeiro lugar, queremos dar continuidade aos projetos em andamento, que são aqueles sobre as sacolas ecológicas e sobre o óleo de cozinha usado. O projeto das sacolas ecológicas está numa fase que pode ser chamada de “Conseguirmos”, já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira o que o Movimento Roessler prepara para este ano, na visão do presidente reeleito, Markus Wilimzig:</p>
<p><strong>PROJETOS</strong></p>
<p>Em primeiro lugar, queremos dar continuidade aos projetos em andamento, que são aqueles sobre as sacolas ecológicas e sobre o óleo de cozinha usado. O projeto das sacolas ecológicas está numa fase que pode ser chamada de “Conseguirmos”, já que muitas instituições e supermercados copiaram esta ideia e estão produzindo as próprias sacolas de tecido.</p>
<p>O projeto de óleo da cozinha usado está tendo andamento já no seu segundo ano. Temos várias escolas nas quais os alunos e também toda a população podem levar os resíduos de óleo da cozinha.</p>
<p>Começamos a distribuir recipientes para o óleo em conjunto com a imobiliária Tudo, em vários condomínios. Como podemos dar a esse óleo um destino ecologicamente correto, destinando-o a uma empresa que recicla o óleo para outros usos industriais, esse projeto abre uma alternativa para outras iniciativas, como aquelas que produzem sabão artesanal a partir do óleo.</p>
<p>Em 2009, vamos aumentar esse projeto com a distribuição de recipientes para mais escolas e também através de uma proposta para um financiamento de material de divulgação, talvez com verba do FUNDEMA - Fundo Municipal de Meio Ambiente.</p>
<p><strong>METRÔ</strong></p>
<p>Vamos ter uma grande obra em Novo Hamburgo - a obra do Trensurb - com o corte de uma grande quantidade de árvores. Nosso trabalho vai ser o de fiscalização da realização das compensações ambientais, que estão previstas nas licenças prévias concedidas pela FEPAM.</p>
<p>Nosso novo vice-presidente pretende fazer um projeto com as escolas sobre o levantamento de árvores existentes antes da obra. Queremos que os alunos fotografem, desenhem e descrevam as árvores que seriam derrubadas. Com esse levantamento, teremos um documento para não esquecer o que foi feito e também para fiscalizar as compensações.</p>
<p><strong>NOVO GOVERNO</strong></p>
<p>Dentro deste contexto, também precisamos ficar de olho na nova administração municipal. Por exemplo, está sob responsabilidade do Município o destino das 11.040 árvores de compensação ambiental pela obra do metrô.</p>
<p>Começamos, muito tempo antes das eleições, a participar das reuniões do grupo de meio ambiente do Partido dos Trabalhadores, que em janeiro assumiu o comando de Novo Hamburgo. Lá, auxiliamos na elaboração de um Plano de Políticas do Meio Ambiente. Foram incluídos, neste documento, também os pontos que o Movimento quer na área do meio ambiente, conforme descritos na última edição do nosso jornal em 2008.</p>
<p>Agora é a hora de começar a fiscalizar o uso deste documento.</p>
<p><strong>RENOVAÇÃO</strong></p>
<p>Um problema do Movimento Roessler é a não participação de jovens. Quando falamos nas palestras nas escolas, todos acham “bem legal” o nosso trabalho. No entanto, participar da entidade é bem mais difícil. Esta falta de envolvimento não é um problema exclusivo nosso. Conversando com outros associações, percebemos situação semelhante. Não chegamos ainda a uma solução, mas é preciso alcançar um equilíbrio, ou teremos um Movimento de Idosos em poucos anos. Quem tem ideias sempre é bem-vindo para mudar esta situação.</p>
<p><strong>ELEIÇÃO</strong></p>
<p>A reunião geral de eleição da nova diretoria do Movimento Roessler foi realizada em dezembro, com 11 associados. Foram eleitos: <em>Markus Wilimzig</em> como presidente, <em>Felipe Scheid</em> como vice-presidente, Adolfo Klein como tesoureiro e Debora, Silvana, Maria e Cecilia como conselheiras fiscais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/presidencia.jpg"><img class="size-medium wp-image-243  aligncenter" title="presidencia" src="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/presidencia-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
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		<title>ENTREVISTA: Ernani Galvão</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 15:13:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ernani Galvão, Secretário Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano, é médico, natural de Seberi, formado pelo Sebrae em Gestão da Qualidade. Em Canoas, foi diretor do Departamento de Saúde Pública e secretário de Saúde e de Assistência.
Qual sua avaliação sobre a situação ambiental de Novo Hamburgo? Qual o diagnóstico feito a partir de sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-240 alignright" style="margin: 10px;" title="ernani_galvao" src="http://roessler.org.br/wp-content/uploads/ernani_galvao-227x300.jpg" alt="" width="227" height="300" /></p>
<p>Ernani Galvão, Secretário Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano, é médico, natural de Seberi, formado pelo Sebrae em Gestão da Qualidade. Em Canoas, foi diretor do Departamento de Saúde Pública e secretário de Saúde e de Assistência.</p>
<p><strong>Qual sua avaliação sobre a situação ambiental de Novo Hamburgo? Qual o diagnóstico feito a partir de sua posse? </strong></p>
<p>Nós encontramos muita coisa feita, e bem feita, e muita coisa por fazer. A degradação do meio ambiente não é algo que iniciou há pouco tempo e o que vem acontecendo é que a sociedade está cuidando mais nos últimos anos. Hoje, se olharmos através de um filtro moderno, realmente o ambiente está muito degradado. Temos vários aterros que estão aguardando remediação e temos projetos em andamento. Há muito trabalho a ser feito, especialmente na educação ambiental da sociedade. Trabalharemos também com os três erres: redução da produção, reaproveitar muita coisa e reciclar o que não pode ser reaproveitado.</p>
<p><strong>Quais os projetos existentes na área de educação ambiental?</strong></p>
<p>As ações práticas, efetivas e eficientes demandam muitos recursos e nós estamos numa fase de chegada, onde o prefeito está fazendo um diagnóstico das finanças e já sabemos que as finanças estão bastante comprometidas pelo menos no início de governo. Grande parte das ações vai depender do que for disponibilizado. Vamos avaliar o que pode ser feito sem recursos.</p>
<p><strong>O senhor já tem conhecimento de alguma ação prática que possa ser feita sem recursos?</strong></p>
<p>Temos uma parceria poderosa com a Smed, com o Pró-Sinos e com algumas empresas. O professor Alberto Carabajal, secretário de Educação, é uma pessoa muito dedicada à área ambiental. Na medida em que as escolas possam assumir uma postura ambientalista em sala de aula, estaremos formando cidadãos ambientalmente responsáveis.</p>
<p><strong>Qual a política da sua gestão com relação ao lixo, sua coleta, reciclagem e disposição final?</strong></p>
<p>O aterro do bairro Roselândia já esgotou a sua capacidade. Estamos fazendo uma remediação, em fase de acabamento. Ele foi coberto com argila e posteriormente receberá grama e arborização. Também faremos o tratamento do percolado gerado e o que for necessário para monitorar esse ambiente.</p>
<p><strong>Então, a área não será mais aproveitada?</strong></p>
<p>Eu não saberia dizer. É precoce dizer isso. Abrir uma nova área dependerá do estabelecimento de uma política. Temos um contrato de 5 anos e, portanto, temos tempo para discutir isso. Na medida em que aplicarmos uma política de educação ambiental de redução dos resíduos, podemos pensar em uma alternativa, mas não pretendemos definir sozinhos. Hoje, nosso lixo vai para Minas do Leão a um preço de em torno de 55 reais a tonelada e tem municípios que pagam mais para deixar na própria cidade.</p>
<p><strong>Não está nos planos da Secretaria investir em reciclagem para reduzir o total enviado a Minas do Leão?</strong></p>
<p>Considerando que temos uma população de 253 mil habitantes e que cada pessoa gera um quilo de lixo por dia, deveríamos gerar 253 toneladas/dia, mas estamos gerando 137 toneladas/dia, o que dá em torno de 4 mil toneladas/mês. Oficialmente, o lixo é pra ir todo pra lá. Temos 1,8% do lixo reciclado na cooperativa Cooprel, no galpão da Roselândia e da Rondônia. Em torno de 50 famílias trabalham com isto hoje, mas há também os catadores que não são cadastrados e atuam informalmente. Se você calcular que cada empresa que compra resíduos trabalha com cerca de 50 catadores, sendo 11 licenciadas e mais 9 não-licenciadas, seriam 2 mil pessoas vivendo de catar o lixo na cidade, tudo informalmente. Hoje, nosso desafio é colocar esse pessoal na formalidade.</p>
<p><strong>Quais seus projetos de compensação ambiental para os casos de derrubada de árvores em Novo Hamburgo?</strong></p>
<p>Quando há um corte de árvore que uma empresa ou cidadão quer fazer e ela não pode ser transplantada, seja ela nativa ou exótica, tem que ser feita uma reposição. A gente fornece o nome da árvore e o número de mudas que devem ser entregues ao nosso horto. Estando no horto, a gente estabelece uma política de replante, de acordo com a demanda.</p>
<p><strong>A respeito do Horto Municipal, a sua antiga área, de 8 hectares, não vem sendo aproveitada. Como ela será utilizada?</strong></p>
<p>Nós precisamos fazer um estudo mais detalhado, mas a ideia é que as áreas disponíveis sirvam para programas sócio-ambientais. Só que todos esses programas têm custo. Há muitas áreas disponíveis como essa que não estão sendo usadas por falta de recursos. Isso não impede que façamos um estudo, o que não fizemos ainda, para aproveitar a área do antigo horto.</p>
<p><strong>Há anos, se detecta a falta de um plano de arborização para Novo Hamburgo. Qual solução o senhor pretende dar para este tema?</strong></p>
<p>Queremos uma política de arborização. Já iniciamos um ensaio de localização de áreas mais desnudas através de fotografias aéreas para ver, provisoriamente, onde colocar nossas árvores. Temos mudas no horto e Novo Hamburgo deve, necessariamente, passar por uma política de arborização.</p>
<p><strong>Qual sua ideia de revitalização do Parcão?</strong></p>
<p>O Parcão não está funcionando adequadamente hoje por uma questão de recursos. Recebemos o Parcão, que é uma área muito bonita, grande e de grande papel dentro da cidade, mas pretendemos fazer uma audiência pública, pois estamos ventilando junto à Trensurb uma compensação ambiental pelo projeto do metrô. A licença liberada pela Fepam prevê 0,5% do valor total do projeto e estamos tentando trazer para cá. Não gostaria de entrar em detalhes, porque depende de discussão com a sociedade, mas precisamos em primeiro lugar garantir a preservação de áreas de vegetação nativa, garantir que o Parcão receba investimentos em iluminação, cercamento, guardas, infraestrutura, lazer, praças e locais para a população ocupar mesmo o Parcão. A gente precisa discutir com a população a melhor forma de utilizar o Parcão e isso vai se dar a partir da entrada de recursos da compensação ambiental da Trensurb.</p>
<p><strong>Há um convênio com o Estado para a realização de licenciamentos ambientais de maior porte, o que exige uma equipe mais técnica do Município. Como a secretaria está preparada para estes licenciamentos e como tem acontecido esse processo? </strong></p>
<p>Hoje, o Fundema (Fundo Municipal de Meio Ambiente) é alimentado pelas licenças. Temos licenciados empreendimentos grandes, mas há um limite de até 5 hectares. Investimentos maiores passam pelo Governo do Estado. Precisamos até ampliar o convênio, para que se faça as licenças e tenhamos uma fonte de arrecadação própria.</p>
<p><strong>O que há de novo na secretaria sobre o empreendimento Boulevard Germânia?</strong></p>
<p>É um investimento licenciado pela Fepam e parece que a documentação está andando normalmente. Aqui com a gente não tem nada parado, não saberia dizer nada.</p>
<p><strong>Qual o planejamento urbano de sua gestão?</strong></p>
<p>Temos que recuperar as áreas invadidas, através da regularização fundiária, em parceria com a Secretaria de Habitação. Também queremos dar um projeto para a cidade que queremos. Estamos em fase de diagnóstico e já sabemos que há muito a ser feito. Estamos tocando a secretaria e aplicando o dinheiro que existe, mas temos um planejamento estratégico sendo montado para a gestão. Temos que recuperar as áreas degradadas, licenciar adequadamente para que os investimentos ocorram dentro de uma política ambiental e temos que ter projetos para o futuro. Acredito que o futuro seja da coleta seletiva e da redução de resíduos.</p>
<p><strong>A propósito, quando a cidade terá coleta seletiva?</strong></p>
<p>Não temos a coleta implantada. O que existe é o trabalho autônomo e espontâneo. Não há um trabalho dirigido pela prefeitura, mas está no horizonte. Um dos contratos com a Vega é para a recuperação do aterro da Roselândia, reforma dos galpões e construção das baias de compostagem. O outro é sobre a coleta de lixo. Não existe nenhum contrato sobre a coleta seletiva.</p>
<p><strong>O governo já deu mostras de que pretende discutir contratos que considera equivocados. O que foi acertado com a Vega pode vir a ser discutido?</strong></p>
<p>Não tenho como dizer. Nem tenho autonomia para opinar sobre isso.</p>
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